Abri uma empresa de gente no ano em que todo mundo troca gente por robô
A história da Uman, agência de presença e performance digital: por que ela existe, o que ela promete e o que ainda é difícil.
Você já pagou por um site, recebeu o link por e-mail e nunca mais conseguiu falar com quem fez. Ou mandou mensagem pra uma empresa e recebeu de volta um menu com cinco opções, nenhuma delas o seu problema.
Comigo aconteceu o mesmo. Olhando pra isso, decidi abrir uma empresa de gente num ano em que muita empresa troca gente por robô.
De onde eu vim
Tenho quase 30 anos de digital. Comecei quando internet no Rio Grande do Sul era assunto de laboratório da UFRGS, fiz site em Flash com introdução que ninguém pulava, fui sócio de uma agência por dez anos, ajudei um grupo de varejo a vender no digital e passei os últimos anos cuidando de clientes corporativos.
Nesse caminho eu trabalhei em empresa que tratava relacionamento com cliente como perda de tempo. Também ouvi dono de agência dizer que só sentava com cliente que chegasse acenando com pelo menos R$ 20 mil.
Troquei de ferramenta umas seis vezes, do Corel Draw ao Flash e do Flash à IA. Os projetos que deram certo tinham uma coisa em comum: alguém parou pra entender o negócio antes de abrir qualquer ferramenta.
Por que a Uman existe
Abra o Instagram numa terça qualquer e alguém vai te oferecer site pronto em quatro dias ou um robô que responde seus clientes sozinho. Pouca gente que vende pergunta qual é o seu problema.
Aquela história dos R$ 20 mil pra sentar à mesa envelheceu rápido. Muito projeto digital que custava R$ 50, 60 ou 70 mil há três anos está perto de virar commodity, porque a IA e as ferramentas prontas baratearam a execução. Cobrar pra se relacionar com o cliente, hoje, beira o absurdo.
O valor agora está em quem sabe escutar e em quem já conhece o caminho das pedras. Se for preciso fazer dez reuniões pra ganhar a sua confiança e entender o seu problema a fundo, eu faço as dez, e só depois monto uma solução que funcione. É old school na veia, do jeito que eu aprendi a trabalhar.
Eu criei a Uman pra perguntar qual é o problema antes de vender qualquer coisa, sem cobrar por essa conversa. Tirei o nome de humano porque é isso que eu defendo: a máquina faz o trabalho pesado, e uma pessoa com experiência decide o que vale a pena fazer.
A Uman usa IA todos os dias, e boa parte do que a gente produz passa por ela. A conversa com você e a decisão do que entra no seu projeto ficam com uma pessoa.
O que a Uman promete
Três compromissos, e você pode me cobrar cada um:
- Quem atende é quem faz. Você conversa com quem pensa o seu projeto, do primeiro oi aos ajustes depois que ele vai pro ar.
- Você vê antes de pagar. Junto com a proposta, você recebe o layout do seu projeto. Se não gostar, não deve nada. O método inteiro está aqui.
- No projeto entra o que traz cliente. Eu corto o enfeite, e é assim que um trabalho feito por profissional cabe no orçamento de quem está crescendo.
- Os profissionais da Uman têm mais de 20 anos de experiência no digital e somam mais de mil projetos entregues. Eles já viram muita solução fácil dar errado.
O que ainda é difícil
Com quase 30 anos de carreira, eu voltei a fazer coisas de quem está começando: mostrar trabalho pra quem não me conhece e explicar por que pensar antes de fazer vale mais do que fazer rápido.
Pra quem já recebeu oferta de site pronto em quatro dias, eu preciso explicar por que vale gastar tempo entendendo o negócio antes de construir. Tem cliente que fica e tem cliente que prefere o atalho.
Os primeiros projetos com a marca Uman estão indo pro ar agora, e eu ainda não tenho um gráfico de resultado pra te mostrar. Posso te mostrar o layout do seu projeto antes de você pagar. Os números eu publico aqui no blog assim que os clientes autorizarem.
O desafio que eu mais levo a sério é crescer sem colocar um menu entre você e as pessoas da Uman. Muita empresa faz isso aos poucos, um atendente a menos por vez, até o cliente desistir de ligar.
Uma agência digital que atende o Brasil inteiro
A Uman atende empresas de qualquer cidade do país, e muitas delas nunca vão sentar com a gente na mesma sala. Pro seu projeto, a distância que conta se mede em horas: o tempo entre a sua mensagem e a resposta de alguém que sabe quem você é.
O que me dá esperança
As empresas automatizaram tanto o atendimento que o governo precisou de um decreto pra garantir que o cliente fale com alguém. As marcas encheram o feed de imagem gerada por máquina, e o cliente desiste da compra quando percebe. Eu leio esses dois sinais do mesmo jeito: o cliente continua querendo uma pessoa do outro lado, e isso me dá esperança.
Eu quero uma empresa que chame você pelo nome e avise quando você não precisa daquilo que estava pensando em comprar. Estou construindo a Uman com essa régua.
Lembra da última vez que alguém do outro lado da tela chamou você pelo nome?
Se quiser conversar sobre o seu negócio, agende 20 minutos comigo ou peça uma análise de cortesia. Sou eu que respondo.
Neste mundo digital, nada melhor do que ser Uman.
Luciano Souza tem quase 30 anos de mercado digital e fundou a Uman.